Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro celebra dedicação e consagração do altar

15/12/2025

Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro celebra dedicação e consagração do altar

Ao cair da noite do dia 11 de dezembro, fiéis começaram a chegar à Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, tomados por entusiasmo e espírito de celebração, para participar de um momento marcante na história da comunidade. A programação teve início no pátio da igreja, aos pés da Torre do Sino, onde foi apresentada a trajetória da paróquia desde a sua criação.

 

Em seguida, a comunidade dirigiu-se ao interior do templo, que passou por um processo de adequação litúrgica ao longo do último ano. E, mais de quatro décadas depois da construção do seu atual prédio, a igreja, criada em 1966, foi oficialmente dedicada a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro durante missa presidida por Dom Jaime Cardeal Spengler, com a presença de padres que já atuaram como párocos ao longo de sua história.

 

De acordo com o pároco, padre Gustavo Haas, o projeto realizado foi além de uma reforma estrutural. “Não se trata apenas de uma questão técnica ou material. A igreja já era bonita e bem cuidada. O que fizemos foi adequar o espaço litúrgico, como o mobiliário, o altar, o ambão, a sede, a pia batismal e o ícone, seguindo as orientações próprias para a celebração”, explicou. Ao final desse período, o templo foi entregue à comunidade com a dedicação do altar e a consagração à Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

 

O padre Eduardo Moesch, que esteve à frente da paróquia entre agosto de 1996 e dezembro de 1999, destacou a importância do momento. “A consagração é o máximo para uma igreja. São poucas as igrejas da Arquidiocese que têm esse privilégio, por isso é uma alegria muito grande poder participar”, afirmou. Ele também ressaltou a emoção de reencontrar antigos membros da comunidade. “Ver tantas pessoas de anos atrás é uma alegria enorme. A maior alegria, sem dúvida, é a comunidade.”

 

Dom Jaime Cardeal Spengler destaca que a celebração litúrgica reconhece a existência de uma comunidade de fé viva. “Aqui existe uma comunidade que regularmente se reúne para celebrar os sacramentos, escutar a Palavra e celebrar a Eucaristia. O templo tem sua dignidade e importância, mas a verdadeira nobreza está na comunidade que se encontra para celebrar”, concluiu.

 



Autor:
Greice Pozzatto

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